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Visão cíclica da existência e da natureza – separação das fases do ano, vindas e idas das secas e das chuvas, fluxos e refluxos das marés, fases da lua, partes do dia, ciclos biológicos da mulher, idades da vida humana.

Vulnerabilidade – o termo originário do elemento de composição vulner, do latim vulnus, significa ferida e representa um “conjunto de fatores de natureza biológica, epidemiológica, social e cultural, cuja interação amplia ou reduz o risco ou a proteção de uma pessoa ou população frente a uma determinada doença, condição ou dano” (BRASIL, 2004).

Vulnerabilidade socioambiental - a vulnerabilidade é uma noção relativa - está normalmente associada à exposição aos riscos e designa a maior ou menor susceptibilidade de pessoas, lugares, infra-estruturas ou ecossistemas sofrerem algum tipo particular de agravo (ACSELRAD, 2006, p. 2). A noção de vulnerabilidade pode ser definida como uma situação resultante da composição de três aspectos: grau de exposição a um risco (suscetibilidade); reação frente a determinado tensor (sensibilidade); dificuldade de adaptação diante da materialização do risco (resiliência) (KLEIN & NICHOLLS, 1999 apud MAZZER, 2007). A vulnerabilidade socioambiental é uma categoria analítica que pode expressar os fenômenos de interação e de acúmulo entre situações de risco e degradação ambiental (vulnerabilidade ambiental) e situações de pobreza e privação social (vulnerabilidade social), apesar das limitações empíricas para operacionalização destas categorias (ALVES, 2006: 47). Tais limitações advêm da impossibilidade de se avaliar precisamente o comportamento das variáveis ambientais relevantes (correntes marinhas, condições meteorológicas etc.) na materialização do risco (derrame de óleo, por exemplo), por um lado, e da dificuldade em se considerar a vulnerabilização como um processo e a condição de vulnerabilidade como uma relação, pelo lado social. Assim percebe-se que “a vulnerabilidade coloca em jogo aspectos físicos, ambientais, técnicos, econômicos, psicológicos, sociais e políticos. Ela não pode ser definida como simples índices científicos ou técnicos” (VEYRET, 2007, p. 40).

conceito construído para permitir a identificação e classificação de grupos: em maior dependência direta dos recursos naturais para trabalhar e melhorar suas condições de vida; excluídos do acesso a outros bens públicos; e ausentes de participação em processos decisórios de políticas públicas que interferem na qualidade do local em que vivem. (LOUREIRO, 2012).

Núcleo de Referência em Educação Ambiental

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