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Justiça Ambiental – o movimento iniciado no EUA em 1980 consolida-se vinte anos depois no Brasil via Rede Brasileira de Justiça Ambiental, que a define como o marco conceitual que aproxima as lutas populares pelos direitos sociais e humanos, a qualidade coletiva de vida e a sustentabilidade ambiental, a partir do tratamento justo e do envolvimento pleno de todos os grupos sociais, independente de sua origem ou renda nas decisões sobre o acesso, a ocupação e o uso dos recursos naturais em seus territórios.

- Movimento que se inicia nos EUA nos anos 1980 e que se consolidou no Brasil na década de 2000. Em seu manifesto de lançamento, a Rede Brasileira de Justiça Ambiental assim apresentou o conceito: "Entendemos por injustiça ambiental o mecanismo pelo qual sociedades desiguais, do ponto de vista econômico e social, destinam a maior carga dos anos ambientais do desenvolvimento ŕs populações de baixa renda, aos grupos raciais discriminados, aos povos étnicos radicionais, aos bairros operários; ŕs populações marginalizadas e vulneráveis. Por justiça ambiental, ao contrário, esignamos o conjunto de princípios e práticas que: a) asseguram que nenhum grupo social, seja ele étnico, racial ou de classe, suporte uma parcela desproporcional das consequęncias ambientais negativas de operações econômicas, de decisões de políticas c de programas federais, estaduais, locais, assim como da ausęncia ou omissão de tais políticas; b) asseguram acesso justo e equitativo, direto e indireto, aos recursos ambientais do país; c) asseguram amplo acesso ŕs informações relevantes sobre o uso dos recursos ambientais e a destinação de rejeitos e localização de fontes de riscos ambientais, bem como processos democráticos e participativos na definição de políticas, planos, programas e projetos que lhes dizem respeito; d) favorecem a constituição de sujeitos coletivos de direitos, movimentos sociais e organizações populares para serem protagonistas na construção de modelos alternativos de desenvolvimento, que assegurem a democratização do acesso aos recursos ambientais e a sustentabilidade do seu uso". (LOUREIRO, 2012).

Núcleo de Referência em Educação Ambiental

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