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CONCEIÇÃO, Maria Collares Felipe da (coord.) 20 anos da Constituição Federal: trajetória do direito ambiental. Rio de Janeiro: EMERJ, 2008.

Atualmente, a humanidade enfrenta as conseqüências da mudança climática, agora uma realidade comprovada cientificamente. A esse fenômeno está atrelada a falta de alimentos para grande parte da população. Entretanto, enquanto os países desenvolvidos integrantes do G8 discutem o prazo para a redução das emissões dos gases de efeito estufa, com o objetivo de manter o crescimento econômico, relegam a segundo plano as necessidades humanas básicas, capazes de proporcionar uma existência digna. Uma delas é a educação, por ser imprescindível promover a educação ambiental, propulsora do desenvolvimento sustentado. Aliada a educação básica, ela será capaz de fazer com que cada pessoa dê a sua contribuição à preservação de um ambiente sadio, agindo em relação umas as outras com espírito de fraternidade, orientadas artigo I da DECLARAÇÃO UNIVERSAL DE DIREITOS HUMANOS. É difícil, mais não é impossível, porque, no ensinamento do Mestre Morya, “o que é inatingível hoje vem com facilidade amanhã”. Só é preciso dar os primeiros passos para alcançarmos a solidariedade oriunda de corretas relações humanas e, assim, preservar a qualidade de vida do planeta.

PÁDUA, J. A. (org). Desenvolvimento, justiça e meio ambiente. São Paulo: Peirópolis; Belo Horizonte, MG: Editora UFMG, 2009.

Este livro está sendo oferecido à opinião pública brasileira como um instrumento de educação cidadã e de debate sobre o presente e o futuro do Brasil. Ele reúne textos de um grupo diversificado de pesquisadores e intelectuais que vêm participando desse debate, respeitando a independência de posicionamento e enfoque presente na reflexão de cada autor. Não se trata, por certo, de buscar uma uniformidade de visão, mas sim um compartilhamento de preocupações e anseios pela construção de um país melhor.

O objetivo dos autores e dos promotores do livro, como mencionado anteriormente, foi apenas o de estimular um debate aberto, franco, não dogmático e inovador sobre o destino da sociedade e do território brasileiros.

PELIZZOLI, M.L. A emergência do paradigma ecológico: reflexões ético-filosóficas para o século XXI. Petrópolis: Vozes, 1999.

Em raros momentos pode-se constatar tamanha ruptura de padrões e de modelos éticos fundamentadores do paradigma civilizatório. Não obstante, tal ruptura traz a possibilidade da visão ético-holística, da interdependência dos seres, de sensibilidade humana e sabedoria para sustentabilidade.

Neste sentido, faz-se aqui uma arqueologia crítica da postura moderna científica – industrial e desenvolvimentista evocada em vista do século carregado de paradoxais “conquistas” anti-socioambientais, e do fracasso indubitável de um modelo de Razão.

Pergunta-se: será possível ainda, diante de tantos fatos que se conjugam, não considerar a transformação, a qual faz despontar a necessidade de um  novo paradigma, de solidariedade/ solidificação de um “projeto socioambiental do século XXI?” Adiar-se-á a conscientização e a efetividade que resgate a interação com os fatores do ambiente e da cultura – enquanto seres num planeta único e de relações vivas- Gaia?”

Esta obra inscreve-se no espírito do tempo, de emergência esperançosa; onde nunca foi tão crucial implementar o pensamento e ação fundamentada e integradora.

CARVALHO, I.C.M. Educação Ambiental: a formação do sujeito ecológico. São Paulo: Cortez, 2004.

A proposta educativa que inspira este livro pretende contribuir para a formação de sujeitos capazes de compreender o mundo e agir nele de forma crítica. Essa intenção também poderia ser enunciada como a formação da capacidade de “ler e interpretar” um mundo complexo e em constante transformação. Compartilhando dessa intencionalidade educativa, o projeto político-pedagógico de uma educação ambiental crítica poderia ser pensado como a formação de um sujeito capaz de “ler” seu ambiente e interpretar as relações, os conflitos e os problemas aí presentes.

Assim, inscrevemos as condições naturais em que vivemos em nosso mundo de significados, transformando a natureza em cultura. A educação acontece como parte da ação humana de transformar a natureza em cultura, atribuindo-lhe sentidos, trazendo-a para o campo da compreensão e da experiência humana de estar no mundo e participar da vida. Neste sentido, o educado de um modo geral, mas especialmente o educador ambiental, é, por “natureza”, um intérprete não apenas porque todos os humanos o são, mas também por ofício, uma vez que educar é ser mediador, tradutor de mundos. Ele está sempre envolvido na tarefa reflexiva que implica provocar outras leituras da vida, novas compreensões e versões possíveis sobre o mundo e sobre nossa ação no mundo.

 

BRANQUINHO, F.T.B.; NOGUEIRA, M.A.L. (org.) Cartas à Mãe Terra. Rio de Janeiro: Mauad X: FAPERJ, 2012.

Estas Cartas à Terra reforçam a fecunda parceria entre o Programa de Pós-graduação em Meio Ambiente da Universidade do Estado do Rio de Janeiro e o Programa de Pós-Graduação em  Antropologia da Universidade Federal de Pernambuco, pois abrem caminhos para a troca de experiências e futuras parcerias entre os dois programas, exercício fundamental para o crescimento e a consolidação de ambos, o que reitera as orientações da política da Capes.

O caráter multidisciplinar do PPG-MA permite uma interlocução profunda com a Antropologia, desde que tenha como ponto de partida -nesse campo específico de atuação- a relação entre os pares de opostos natureza-cultura, homem-meio e todo um cortejo de saberes e fazeres acadêmicos e não acadêmicos acionados a partir daí, que envolvem a transversalidade de ideias e conceitos tais como teia da vida, ator-rede, sustentabilidade, rede sociotécnica, manejo, meio ambiente, educação ambiental.

Trata-se, na verdade, de escolhas epistemológicas, teórico-metodológicas e de modelagens que sejam capazes de comprometer a todos nós humanos com os destinos do planeta e com o forjar de uma ética da tolerância que alie o global e o local, por meio de ações políticas que objetivem a manutenção de nosso maior patrimônio: a diversidade biológica e cultural. Com o desdobramento dessas escolhas, a academia teria que priorizar a formação de pensadores-cidadãos através do exercício permanente da reflexão crítica e do diálogo com a sociedade mais ampla.

As cartas foram elaboradas sob a égide desse ideário, aprofundado nos questionamentos e debates das disciplinas Seminários de Projetos I e II, no segundo semestre de 2009. Norteou o processo a abordagem teórico-metodológica, própria à antropologia das ciências e das técnicas, a qual se baseia: nos conceitos de simetria, híbrido e rede sociotécnica; potencial e limites dessa abordagem para análise de projetos técnicos e objetos científicos que provocam impactos ambientais; possível contribuição dessa mesma abordagem para as investigações em curso dos discentes do Programa de Pós-graduação em Meio Ambiente; problemas metodológicos presentes nas pesquisas dos discentes do Doutorado em Meio Ambiente.

Núcleo de Referência em Educação Ambiental

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