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O autor encontra na transdisciplinaridade um caminho para reeducar a sensibilidade, motivar a imaginação inventiva e seduzir a razão.

Severino Antonio Moreira Barbosa nasceu em Cachoeira Paulista, SP, em 24 de novembro de 1951 .Atualmente, Prof.Dr. do Mestrado em Educação do UNISAL, São Paulo, trabalhando principalmente com educação, linguagem, poesia, utopia. Orientou mais de 50 Dissertações de Mestrado. Participou de mais de duas centenas de bancas de Mestrado e Doutorado.

Neste breve e denso livro o professor José Paulo Netto traça um panorama da construção do método de Marx recuperando o contexto em que viveu e as referências teóricas nas quais Marx se baseou para edificar seu método; além disso, ele delinea os aspectos gerais da formulação teórica de Marx, sem incorrer em uma leitura dogmática ou manualesca. Este livro traz elementos para se compreender o pensamento de Marx, tendo em conta que ele "nunca foi um obediente servidor da ordem burguesa: foi um pensador que colocou, na sua vida e na sua obra, a pesquisa da verdade a serviço dos trabalhadores e da revolução socialista"

JOSÉ PAULO NETTO Professor e vice-diretor da Escola de Serviço Social da UFRJ, Doutor em Serviço Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) com a tese “Autocracia burguesa e Serviço Social”, de 1990. Algumas publicações: “Ditadura e Serviço Social - Uma análise do Serviço Social no Brasil pós-64”, “Capitalismo Monopolista e Serviço Social”, “Crise do Socialismo e Ofensiva Neoliberal” e “Democracia e transição socialista”.

THOUREAU, Henry David. Walden ou A vida nos bosques. Tradução de Astrid Cabral. São Paulo: Global, 1984.

Mais que um relato autobiográfico ou simples descrição do ambiente, este livro, editado pela primeira vez em 1854, é um ensaio sobre o ser humano e a natureza. É hoje considerado, juntamente com os “Ensaios” de Emerson, a obra literária mais significativa do Transcendentalismo, movimento religioso que floresceu na Nova Inglaterra em consequência do impacto do idealismo pós-kantiano nos Estados Unidos.

Coerente com sua condição de autor romântico, Thoureau apresenta a natureza como alvo de uma experiência pessoal e direta, alicerçada na emoção. Para ele, o ser humano não está acima da natureza, mas é parte integrante dela. A cosmovisão de Thoreau não propõe uma hierarquia com o homem no ápice feito dono ou rei do mundo. Afirma que “a natureza do homem não difere muito daquela nos animais” – percepção corroborada, mais tarde, por experiências científicas, inclusive as realizadas pelo psicólogo norte-americano Skinner, autor, diga-se de passagem, de uma utopia educacional intitulada “Walden Two”. É provável que a rejeição dos transcendentalistas no que se refere à onipotente autoridade da Bíblia esteja também no cerne dessa atitude para com a natureza. De acordo com Arnold Toynbee, as raízes da dominação sobre a natureza e consequente poluição ambiental devem ser pesquisadas nas religiões que, como a hebraica, dissociam a ideia de Deus da ideia de Natureza, reservado ao homem um papel independente como ser superior destinado a governar o mundo.

Não foi aquela a única intuição profética de Thoureau. Ele também alude a fenômenos que se tornou realidade no século XX: a aviação, a conquista do espaço, o conhecimento da percepção extra-sensorial. Registre-se, ainda, a sua concepção da natureza como um ecossistema, pois aponta a cadeia que vincula a sobrevivência dos seres e a identificação das criaturas com seus ambientes. Assim, tem-se além do amor franciscano, a reverência panteística que o torna um ecologista de vanguarda muito tempo antes que as populações urbanizadas e vítimas do progresso industrial se conscientizassem da poluição e se voltassem para a preservação e a defesa do patrimônio natural.

LAYRARGUES, Philippe Pomier - This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it.
LIMA, Gustavo Ferreira da Costa - This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it. 

Resumo: O presente artigo apresenta as macro-tendências que definem a atual diferenciação do campo da Educação Ambiental no Brasil e procura interpretá-las através de um diálogo com a literatura da área e com o apoio dos referenciais da Ecologia Política e da noção de Campo Social formulada por Pierre Bourdieu. A reflexão identifica três macro-tendências convivendo e disputando a hegemonia simbólica e objetiva do campo da Educação Ambiental no Brasil: conservacionista, pragmática e crítica, que funcionam como tipos ideais weberianos com fins didáticos, analíticos e políticos, embora não tenham a pretensão de esboçar uma representação objetivista da realidade considerada.

Palavras-chave: educação ambiental, correntes político-pedagógicas, campo social 

 

Qual o papel da educação num mundo em que não há mais visão clara de futuro? Que função devem desempenhar os educadores quando os jovens se defrontam com profundas incertezas quanto à sua sorte e às expectativas de uma vida estável?

Diante das desconcertantes características da vida líquido-moderna, muitos jovens tendem a se isolar no mundo on-line de relacionamentos virtuais, na depressão no abuso do álcool ou de drogas. Outros se lançam a formas violentas de comportamento, como as gangues de rua e os grupos de protesto difuso - recursos usados pelos excluídos dos templos de consumo, mas ávidos por participar do mercado.

Indiferentes às angústias da juventude, governos e tomadores de decisão limitam o financiamento da educação, deixando claro que o "problema dos jovens" não é mais prepará-los como futura elite política e cultural da nação, mas apenas adestra-los para o consumo.

Neste livro contundente, o sociólogo Zygmunt Bauman reflete sobre o destino dos jovens e o papel da educação e do educador diante do panorama atual, indicando alguns caminhos. Segundo ele, cabe ao educador favorecer a arte de discernir as informações que são recebidas e fornecer aos estudantes as condições de navegar em um mundo cada vez mais multifacetado.

Atualmente, na era da modernidade líquida, já não são as universidades que formam os profissionais bem-sucedidos. Os valores do mundo de consumo exigem que as pessoas esqueçam hoje o que aprenderam ontem e aprendam hoje o que devem esquecer amanhã. 

Sendo assim, qual a tarefa da educação nesse universo que dispensa a aprendizagem e desdenha a acumulação de conhecimentos? Neste livro contundente, o renomado sociólogo Zygmunt Bauman reflete sobre o destino dos jovens e o papel da educação e do educador diante do panorama atual da sociedade, traçando para os educadores um novo caminho: fomentar a resistência e o espírito crítico. E prescreve: pela escola que devemos recomeçar.

ZYGMUNT BAUMAN é o grande pensador da modernidade, a qual qualificou tão bem com o célebre conceito de “liquidez”. Perspicaz analista dos fatos cotidianos, o sociólogo tem vasta obra sobre temas contemporâneos, com destaque para o best-seller Amor líquido, fundamental para a compreensão das relações afetivas no mundo atual. Bauman nasceu na Polônia e mora na Inglaterra desde 1971. Professor emérito das universidades de Varsóvia e Leeds, tem mais de trinta livros publicados no Brasil pela Zahar, com enorme sucesso de público.

RICCARDO MAZZEO é o editor do Centro Studi Erickson, em Trento, Itália, e tradutor para italiano das obras de Bauman.

Núcleo de Referência em Educação Ambiental

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