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Na prática cotidiana da sala de aula, a avaliação é um grande desafio para os educadores. 

Este é um convite não só ao estudo do tema, como também à transformação de nossas condutas, no sentido de aprendermos a nos servir da avaliação como uma aliada na busca da qualidade e eficiência em nossas atividades educativas escolares.

Gravado em: 29/08/1995

"Se o conceito de utopia, em séculos passados, já definiu o projeto de sociedades perfeitas, hoje precisa se contentar com conteúdos bem mais modestos: um projeto político para resolver questões atuais ou o afastamento do mundo, em direção à literatura e à filosofia.

Foram estas as possibilidades encontradas no debate entre o antropólogo, escritor e senador Darcy Ribeiro (PDT-RJ) e o psicanalista e escritor Rubem Alves, no dia 29/08 de 1995".

O autor encontra na transdisciplinaridade um caminho para reeducar a sensibilidade, motivar a imaginação inventiva e seduzir a razão.

Severino Antonio Moreira Barbosa nasceu em Cachoeira Paulista, SP, em 24 de novembro de 1951 .Atualmente, Prof.Dr. do Mestrado em Educação do UNISAL, São Paulo, trabalhando principalmente com educação, linguagem, poesia, utopia. Orientou mais de 50 Dissertações de Mestrado. Participou de mais de duas centenas de bancas de Mestrado e Doutorado.

Neste breve e denso livro o professor José Paulo Netto traça um panorama da construção do método de Marx recuperando o contexto em que viveu e as referências teóricas nas quais Marx se baseou para edificar seu método; além disso, ele delinea os aspectos gerais da formulação teórica de Marx, sem incorrer em uma leitura dogmática ou manualesca. Este livro traz elementos para se compreender o pensamento de Marx, tendo em conta que ele "nunca foi um obediente servidor da ordem burguesa: foi um pensador que colocou, na sua vida e na sua obra, a pesquisa da verdade a serviço dos trabalhadores e da revolução socialista"

JOSÉ PAULO NETTO Professor e vice-diretor da Escola de Serviço Social da UFRJ, Doutor em Serviço Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) com a tese “Autocracia burguesa e Serviço Social”, de 1990. Algumas publicações: “Ditadura e Serviço Social - Uma análise do Serviço Social no Brasil pós-64”, “Capitalismo Monopolista e Serviço Social”, “Crise do Socialismo e Ofensiva Neoliberal” e “Democracia e transição socialista”.

THOUREAU, Henry David. Walden ou A vida nos bosques. Tradução de Astrid Cabral. São Paulo: Global, 1984.

Mais que um relato autobiográfico ou simples descrição do ambiente, este livro, editado pela primeira vez em 1854, é um ensaio sobre o ser humano e a natureza. É hoje considerado, juntamente com os “Ensaios” de Emerson, a obra literária mais significativa do Transcendentalismo, movimento religioso que floresceu na Nova Inglaterra em consequência do impacto do idealismo pós-kantiano nos Estados Unidos.

Coerente com sua condição de autor romântico, Thoureau apresenta a natureza como alvo de uma experiência pessoal e direta, alicerçada na emoção. Para ele, o ser humano não está acima da natureza, mas é parte integrante dela. A cosmovisão de Thoreau não propõe uma hierarquia com o homem no ápice feito dono ou rei do mundo. Afirma que “a natureza do homem não difere muito daquela nos animais” – percepção corroborada, mais tarde, por experiências científicas, inclusive as realizadas pelo psicólogo norte-americano Skinner, autor, diga-se de passagem, de uma utopia educacional intitulada “Walden Two”. É provável que a rejeição dos transcendentalistas no que se refere à onipotente autoridade da Bíblia esteja também no cerne dessa atitude para com a natureza. De acordo com Arnold Toynbee, as raízes da dominação sobre a natureza e consequente poluição ambiental devem ser pesquisadas nas religiões que, como a hebraica, dissociam a ideia de Deus da ideia de Natureza, reservado ao homem um papel independente como ser superior destinado a governar o mundo.

Não foi aquela a única intuição profética de Thoureau. Ele também alude a fenômenos que se tornou realidade no século XX: a aviação, a conquista do espaço, o conhecimento da percepção extra-sensorial. Registre-se, ainda, a sua concepção da natureza como um ecossistema, pois aponta a cadeia que vincula a sobrevivência dos seres e a identificação das criaturas com seus ambientes. Assim, tem-se além do amor franciscano, a reverência panteística que o torna um ecologista de vanguarda muito tempo antes que as populações urbanizadas e vítimas do progresso industrial se conscientizassem da poluição e se voltassem para a preservação e a defesa do patrimônio natural.

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