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José Martí 
OBRAS COMPLETAS - Edición Crítica

El Consejo Latinoamericano de Ciencias Sociales (CLACSO), el Centro de Estudios Martianos y el Ministerio de Cultura de la República de Cuba presentan la Edición Crítica de las Obras Completas de José Martí (1853-1895).

La colección, compuesta de 25 volúmenes en acceso abierto y gratuito, recoge los manuscritos e impresos de José Martí conocidos hasta hoy: proclamas, discursos, manifiestos, comunicaciones, dedicatorias, cartas, correspondencias periodísticas, crónicas, artículos, ensayos, narraciones, obras de teatro, poemas, semblanzas biográficas, traducciones, dibujos, borradores, fragmentos de escritos y cuadernos de apuntes.

• Descargue desde aquí las Obras Completas en acceso abierto:
www.clacso.org.ar/coleccion_jose_marti



O projeto Grupo Estratégico de Análise da Educação Superior da Flacso-Brasil, em parceria com a Fundação Ford e o Laboratório de Políticas Públicas da UERJ tem a alegria de encaminhar o volume 8 da coleção Estudos Afirmativos: Universidade para Indígenas; a experiência do Paraná. O volume estará disponível a partir desta semana nas páginas da Flacso (http://flacso.org.br/?page_id=7785) e do LPP (http://www.lpp-uerj.org/).
Agradecemos ao prof. Wagner Amaral, Letícia Fraga e Isabel Rodrigues pela realização dos estudos e a editora-executiva Carmen da Matta (LPP/UERJ) pelo cuidadoso trabalho.
 


Desde os anos 1980 vários projetos foram desenvolvidos para despoluir a Baía de Guanabara, a segunda maior em extensão do litoral brasileiro. Mas nenhum conseguiu dar conta da proposta inicial. Entre eles o PDBG - Programa de Despoluição da Baia de Guanabara, o mais ambicioso. Anunciado durante a eco 92, privilegiava o saneamento básico. A despoluição da Baía de Guanabara não é uma tarefa fácil: ela recebe 40 toneladas de lixo todos os dias, muito por conta da coleta deficitária nas regiões do grande rio. O problema, na realidade, começa a quilômetros de distância. A maior parte do lixo doméstico vai parar em rios e valões, que desembocam na baia, prejudicando a pesca e levando à extinção de espécies marinhas, como o boto cinza, que segundo a pesquisadores da Universidade Estadual do Rio de Janeiro são os animais mais contaminados do mundo. Espécies de maior valor nutricional e comercial estão reduzidas, prejudicando quem vive da pesca. Com a proximidade das Olimpíadas, a questão da poluição da Baía de Guanabara volta ao centro da discussões. Mas a questão principal é bem diferente: o que será feito para que a população da cidade do Rio de Janeiro volte a desfrutar de um dos seus mais importantes bens naturais.

Exibido em 11/04/2016

Será que a Baía de Guanabara voltará a ter condições de balneabilidade algum dia? Será que o Rio de Janeiro perdeu mais uma oportunidade de despoluir a baía, com os preparativos para os Jogos de 2016?

Os brasileiros festejaram quando o Rio de Janeiro foi escolhido como sede dos Jogos Olímpicos, em outubro de 2008. A cidade havia derrotado as candidaturas de Madri, Tóquio e Chicago. Na época, muitas promessas foram feitas quanto a se recuperar a cidade e deixá-la adequada para o evento, que atrai milhares de turistas do mundo.

A promessa mais ambiciosa foi a despoluição da Baía de Guanabara, um dos cartões-postais do Rio, definida como o local das provas de iatismo. Mas, a promessa não se cumpriu. Apesar do sucesso dos dois eventos-teste de iatismo, jornais estrangeiros publicaram denúncias que alertam para o perigo que a água poluída representa para a saúde dos atletas.

Jornalista da agência de notícias Reuters, o americano Bradley Brooks investigou a balneabilidade da baía e denunciou a presença de vírus comuns em esgotos. Os laudos laboratoriais apresentados por Brooks mostram resultados constrangedores, mas os organizadores das Olimpíadas ignoraram as denúncias, apoiaram-se nos testes dos laboratórios oficiais e mantiveram as provas náuticas na baía.

projeto Mangue Vivo começou depois de um vazamento na refinaria Reduc, da Petrobras, que causou o pior acidente ambiental da baia de Guanabara, em 2000. Em 15 anos, o trabalho – coordenado pela bióloga Erian Osório da Silva – conseguiu reflorestar a área e trazer de volta várias espécies de aves e crustáceos que haviam desaparecido. Contudo, Erian confessa não ter uma visão muito otimista em relação ao futuro a da baía.

Manual de Orientação em Educação para Gestão Ambiental foi desenvolvido para um projeto da Rede Labgeo, do Rio de Janeiro, e tem como objetivo informar e refletir sobre alguns comportamentos humanos e suas consequências para o equilíbrio do meio natural. Para isso, o manual aborda seis temas importantes para a compreensão e reflexão do assunto.

São eles: a conservação de espécies da fauna e da flora e sua relação com a qualidade de vida da população, as ligações de fragmentos florestais e a construção de corredores urbanos verdes, recursos hídricos, áreas de risco ambiental, esgotamento sanitário e resíduos sólidos.

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