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Desde os anos 1980 vários projetos foram desenvolvidos para despoluir a Baía de Guanabara, a segunda maior em extensão do litoral brasileiro. Mas nenhum conseguiu dar conta da proposta inicial. Entre eles o PDBG - Programa de Despoluição da Baia de Guanabara, o mais ambicioso. Anunciado durante a eco 92, privilegiava o saneamento básico. A despoluição da Baía de Guanabara não é uma tarefa fácil: ela recebe 40 toneladas de lixo todos os dias, muito por conta da coleta deficitária nas regiões do grande rio. O problema, na realidade, começa a quilômetros de distância. A maior parte do lixo doméstico vai parar em rios e valões, que desembocam na baia, prejudicando a pesca e levando à extinção de espécies marinhas, como o boto cinza, que segundo a pesquisadores da Universidade Estadual do Rio de Janeiro são os animais mais contaminados do mundo. Espécies de maior valor nutricional e comercial estão reduzidas, prejudicando quem vive da pesca. Com a proximidade das Olimpíadas, a questão da poluição da Baía de Guanabara volta ao centro da discussões. Mas a questão principal é bem diferente: o que será feito para que a população da cidade do Rio de Janeiro volte a desfrutar de um dos seus mais importantes bens naturais.

Exibido em 11/04/2016

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